Candle Cove [ Vídeo]

| terça-feira, 20 de março de 2012 | 1 comentários |
 Não há muito o que descrever, não sei se é inteiramente real, ou é apenas uma mescla de imagens assustadoras aleatórias com trechos do que de fato seria o seriado.



Se não sabe da história de Candle Cove, clique aqui.

Até mais:
























































Bu:









Pegadinha do poltergeist [Silvio Santos]

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Em um domingo ocioso, entre a programação decadente da tv aberta de domingo, eis que passa uma pegadinha muito "bem bolada":

O "verdadeiro" motivo da saída de Villagran ator do Chaves - Creepypasta

| sábado, 3 de março de 2012 | 1 comentários |
No final dos anos 90, um estudante de jornalismo da PUC-PR, em Curitiba, elaborou um trabalho de conclusão de curso sobre o seriado infantil Chaves. O trabalho foi bastante elogiado pela banca avaliadora, que exaltou a capacidade investigativa do aluno.

Esse TCC dedica um de seus capítulos ao estudo da saída de Carlos Villágran, o Quico, da equipe do programa. Embora não apresente provas conclusivas, o trabalho tras uma teoria intrigante sobre os motivos que o levaram a sair.

Todos os trechos abaixo foram retirados da monografia em questão.

No final de 1977, Carlos Villagrán, que desde o início da série interpretava o Quico no Chaves, deixa a série. Os motivos reais nunca foram oficialmente divulgados, e inúmeras hipóteses foram levantadas na tentativa de explicar sua saída. O que é certo, é que Villagrán e Roberto Gomes Bolaños, criador da série e intérprete do personagem-título, nunca mais retomaram a amizade que mantinham desde o início dos anos 70.

Em 1977, quando da saída de Villagrán, o jornal mexicano El Universal publicou uma matéria que explicava as razões da rusga entre Villagrán e Bolaños. Segundo o periódico, a saída do Quico deu-se por diferenças criativas. Durante as filmagens de um episódio piloto, que abriria a temporada de 1978 do programa, Villagrán teria considerado o conteúdo do programa como repulsivo, e deixado a equipe na seqüência. Contudo, o jornal não dizia qual era o conteúdo do episódio em questão.

Vilagran, até hoje, recusa-se a comentar esse assunto. Qualquer entrevista em que seja abordado esse imbróglio é imediatamente encerrada pela equipe de assessores de Villagrán.

Supostamente, o jornal teve acesso a uma cópia do roteiro do episódio em questão, mas não publicou nem mencionou nada acerca de seu conteúdo. Isso seria fruto de um acordo entre a diretoria do periódico com altos executivos da Televisa, que desembolsaram uma quantia substancial em dinheiro para evitar a publicação deste roteiro. É dito que cópias do tal roteiro sobreviveram, guardadas por funcionários do jornal.

O episódio piloto chegou a ser gravado, e mesmo editado, para posterior apresentação perante os executivos da Televisa. É dito que eles teriam ficado horrorizados com o conteúdo. Um diretor de programação, à época, teria dito que o programa era absolutamente impróprio para crianças, e, na verdade, absolutamente impróprio para qualquer um.

A gravação original deste episódio foi destruída pela Televisa. Contudo, uma cópia clandestina foi feita por um funcionário da emissora. Essa copia teria sido vendida para um colecionador argentino em 1996, numa transação que teria envolvido algo em torno de 4 mil dólares.

O depoimento a seguir é um compêndio de declarações de alguns funcionários da Televisa que, à época, foram submetidos à exibição do programa. Todos eles pediram para não ser identificados. Poucos chegaram a ver o episódio finalizado e editado, e alguns destes já vieram a falecer.

A partir da temporada de 1974, o Chaves foi ganhando destaque na programação da Televisa, e conseguindo cada vez mais sucesso junto ao público. Bolaños, porém, artista inquieto que era, queria introduzir mudanças no programa. Poucos sabem, mas à época, Bolaños fazia planos de escrever roteiros de mistério e horror, e abandonar os humorísticos.

Durante a temporada de 1975, Bolaños tenta introduzir alguns desses elementos no Chaves. Neste ano, vai ao ar o célebre episódio em que Chaves, Quico e Chiquinha entram na casa de Dona Clotilde, e lá, descobrem que ela era, de fato, uma bruxa. Originalmente, o roteiro previa que a incursão deles à casa da bruxa realmente aconteceria, e a descoberta deles teria implicações em episódios futuros. Executivos da Televisa interviram, e impuseram o final que foi ao ar: tudo não passava de um delírio das crianças.

Ainda nesse ano, vai ao ar um episódio em que as travessuras e trapalhadas de Chaves fazem com que vários moradores da vila comam insetos embebidos em gasolina. O roteiro original previa um programa mais sombrio e grotesco, mas novamente foi alterado por diretores da Televisa.
Nos dois anos seguintes, Bolaños continuou a introduzir elementos sobrenaturais, de horror ou mistério, nos episódios do Chaves. Episódios como aquele em que as crianças assistem um filme de terror, e a saga dos espíritos zombeteiros são frutos dessa influência de Bolaños.

No início de 1978, Bolaños decidiu mudar radicalmente o programa. O Chaves, a partir de então, seria um programa de comédia com elementos de horror, mirando um público mais adulto. Mal comparando, algo semelhante à série de filmes Evil Dead. Ele escreveu um episódio piloto nessa linha, que chegou a ser filmado e exibido aos executivos de programação da Telesiva. A reação foi absolutamente negativa. Os executivos vetaram terminantemente a mudança de rumo proposta por Bolaños. Carlos Villágran, o Quico, ficou tão horrorizado com o resultado final do episódio que deixou a série.

A seguir, uma sinopse do conteúdo de tão controverso episódio. Essa sinopse foi escrita a partir de diversos depoimentos de funcionários da Televisa que chegaram a ver o programa finalizado e editado, ou que participaram da gravação, ou mesmo que tiveram acesso ao roteiro.

O episódio começa com Chaves brincando no pátio da vila, indo para lá e pra cá em um patinete. Quico sai de sua casa, vê Chaves brincando e faz expressão zangada. Vai até ele, e segura o guidon do patinete com as duas mãos. Segue-se um diálogo:

-Chaves, quem te deu permissão para mexer nos meus brinquedos?

-É que o patinete estava jogado alí no outro pátio e eu... eu...

Quico fica mais zangado:

-Eu coisa nenhuma Chaves, devolve aqui meu patinete.

Ato contínuo, Quico puxa o patinete bruscamente, derrubando o Chaves. Quico deixa o patinete no chão e ri escandalosamente. Chaves levanta, pega do patinete, empunha-o e avança sobre Quico.

-Agora você vai ver só uma coisa, Quico!

Quico corre e grita Mamãe!. Neste meio tempo, Seu Madruga sai de sua casa, e toma o patinete de Chaves, impedindo que ele acerte Quico. Dona Florinda vem para o pátio, apressadamente.

-Mamãe, ele queria me bater com o patinete!

Dona Florinda dá um tapa em Seu Madruga. Diz:

-Vamos tesouro. Não se junte com essa gentalha.

Volta para dentro. Quico aplica o tradicional gentalha gentalha em Seu Madruga, e também volta para sua casa.

Nesse momento, um primeiro plano de Seu Madruga revela que seu nariz está sangrando. Ele tenta estancar o sangramento, sob o olhar preocupado de Chaves, mas sem sucesso. Ambas as narinas deitam uma grande quantdade de sangue, até que Seu Madruga cai no chão do pátio.

Corta para Quico, Chiquinha e Chaves na escada da vila. A iluminação do cenário sugere ser noite. Os três choram muito. Em Chaves, cada personagem possui um modo característico de chorar, mas neste momento, não. Eles choram de forma comum, aos soluços. Esse plano dura aproximadamente 1 minuto.

Em seguida, chegam o Professor Girafales e Seu Barriga, acompanhados de 2 policiais. Eles dirigem-se à casa de Dona Florinda. O Professor bate na porta, ninguém atende. Ele chama:

-Dona Florinda, abra a porta por favor.

Não há resposta. O professor abre a porta, os policiais entram, e saem com Dona Florinda algemada. Seu rosto exibe uma imensa apatia enquanto os policiais a levam. Quico, ao ver sua mãe sendo levada, desespera-se: tenta atacar os policiais, mas é contido por Seu Barriga. Dona Florinda nem parece tomar conhecimento da situação, mantendo sempre a expressão apática e o olhar vazio. Quico, seguro por Seu Barriga, chora muito e balbucia mamãe algumas vezes. Depois que os policiais deixam a vila, levando Dona Florinda, Seu Barriga tenta consolar Quico, mas ele corre para casa.

Segue-se um diálogo entre Seu Barriga e Professor Girafales:

- Que tragédia horrível tivemos aqui, Senhor Barriga.

- É verdade professor. Eu devia ter previsto que isso acabaria acontecendo.

- Qual foi a causa da morte?

- Seu Madruga foi boxeador na juventude. Os socos que ele levava causaram um afundamento no crânio. O tapa que a Dona Florinda deu hoje causou um traumatismo bem nessa região. Ele teve uma hemorragia cerebral e não resistiu.

-Uma tragédia horrível, Senhor Barriga!

-Sim.

-Quem cuidará dos preparativos do funeral?

-Eu cuido de tudo Professor. Não se preocupe. O senhor vai ficar aqui com as crianças?

-Sim, naturalmente.

Seu Barriga deixa a vila. Professor Girafales entra na casa de Dona Florinda.
Chiquinha e Chaves continuam sentados na escada. Agora, pararam de chorar, apenas olham fixamente para o vazio.

Dona Clotilde sai de sua casa e vem em direção às crianças. Ela usa uma roupa diferente do que costumamos ver, uma espécie de roupão preto com vários símbolos bordados em vermelho e roxo.

Nesse momento, os depoimentos são contraditórios. Há quem afirme que Dona Clotilde traz consigo um livro semelhante à uma Bíblia. Outros dizem que a fita falha quando ela aparece, e só volta ao normal num momento mais avançado do episódio. Uma fonte descreve que Dona Clotilde vai até a escada e conversa, aos cochichos, com Chiquinha.

O que é consenso é o conteúdo que vem na seqüência. O pátio da vila está vazio, a iluminação é mais tênue do que na seqüência anterior, provavelmente sugerindo que a noite está mais avançada. Uma panorâmica pelo cenário mostra as escadas vazias, em seguida o centro do pátio, onde está desenhado um grande pentagrama vermelho; e em seguida Chiquinha sentada à porta de sua casa, abraçando os joelhos. Seus pulsos estão enfaixados, e as bandagens sujas de algo que parece ser sangue.

Então, começa a ventar no pátio. Ouvimos um estrondo, é a porta da frente se abrindo. Corta para um reaction shot de Chiquinha: seus olhos estão arregalados, sua boca entreaberta, uma expressão de puro horror. Ouvimos o som de algo pegajoso. Nunca é possível ver claramente o que ou quem entrou no pátio, mas planos breves, de no máximo 1 segundo, mostram uma figura magra, enrolada num pano branco, deixando atrás de si um rastro de uma substância pegajosa, aparentemente negra.

A figura aproxima-se. Novo reaction shot de Chiquinha: agora ela sorri.
A partir daí, os depoimentos novamente tornam-se contraditórios. Há quem afirme que a fita só apresentava estática depois dessa cena. Outros afirmam que não, mas não souberam dizer o que acontecia depois. Outros preferiram apenas não dizer nada.

O que é certo é que o episódio teve péssima recepção junto aos executivos da Televisa, e que Carlos Villagran deixou o programa em seguida. Supostamente, uma cópia do episódio existe no acervo de um colecionador argentino, mas, procurado para este trabalho, ele negou veemente possuí-la, e pediu para não ter o nome divulgado.

Diz-se que Bolaños pretendia desdobrar os acontecimentos desse episódio ao longo daquela temporada do Chaves. Não se sabe exatamente o que ele tinha em mente, mas funcionários da Televisa que tiveram acesso à fragmentos do conteúdo, por meio de anotações que Bolaños fazia em seus cadernos; ou mesmo em conversas com o Chesperito, dizem tratar-se de um material absolutamente sombrio e perturbador, obviamente inadequado para um humorístico infantil.

O conteúdo desses fragmentos, porém, permanece desconhecido.

Curta Metragem Vincent - Tim Burtom

| sábado, 25 de fevereiro de 2012 | 2 comentários |
O curta-metragem Vincent, de 1982, é o primeiro filme com a assinatura oficial de Tim Burton. Com a duração de 6 minutos, a animação foi produzida através da técnica stop-motion e em preto & branco. O filme conta a história de Vincet Malloy, um menino de 7 anos de idade que sonha em ser Vincent Price. O garoto de imaginação fértil vê sua casa como um grande castelo onde ele poderia fazer suas experiências como, por exemplo, transformar sua tia em um boneco de cera ou seu cachorro em um zombie. Leitor de Edgar Allan Poe, confunde sua realidade com as histórias do escritor.

Barbie.avi

| domingo, 19 de fevereiro de 2012 | 0 comentários |
"Olá. Essa coisa que me aconteceu há alguns meses atrás, eu só preciso compartilhar com alguém.

Tudo começou na festa do meu amigo. Ele é um artista que alugou um loft na parte industrial da cidade. Se você pode imaginar o que um lugar como Detroit parecia no Século 1920, você pode imaginar como era aquela área. Um bando de velhas fábricas turn-of-the-century amontoados em dez blocos. A maioria delas é abandonada. Então, eu bebi um pouco demais naquela noite e decidi apagar em um sofá no loft. Eu acordei por volta das 4 horas da manhã, o sol ainda não havia saído, mas você ainda pode fazer as coisas na penumbra azul. Eu fui ao banheiro cuidadosamente na ponta dos pés, em torno das pessoas que estavam desmaiadas no chão. Eu estava dando uma mijada eu na ponta dos pés para olhar pela janela do banheiro e vi o panorama do deserto decadente urbano. Eu me lembrei o quanto eu gostava de lugares como este, estava tão escuro e sem vida, e estranhamente sereno. Então voltei para o sofá e tentei adormecer.


Depois de 45 minutos olhando para o teto eu decidi que não quero estar lá por mais tempo, eu engoli meu orgulho e decidiu acordar minha namorada para implorar-lhe para que viesse me buscar no carro dela, uma vez que andar pelas ruas vazias naquele momento não era uma opção muito boa.

Como ela é uma Namorada incrível, ela foi muito legal comigo, e me disse que estaria lá em cerca de meia hora e que ela me daria uma chamada quando ela estivesse no térreo, para eu descer. Meu telefone morreu dez minutos depois que eu decidi que iria sentar perto da janela e esperar por seu carro. Eu sentei lá por um tempo e meus olhos começaram a ficar pesados e comecei a cochilar.


Um ruído exterior batendo me acordou. Não era alto, mas apenas o suficiente pra me acordar, Olhei pela janela e dei uma olhada pela área, mas eu não vi ninguém. Do outro lado da rua havia um sótão perto de uma montanha de sacos de lixo e perto de uma dessas lixeiras enormes eu vejo um computador e um monitor esmagado contra o chão que não estavam ali antes.


Quando a minha namorada chegou, eu desci e cumprimentei-a e quando eu estava prestes a entrar no carro me lembrei que um amigo meu tinha queimado seu computador, o que me convenceu a caminhar até o lixo e ver o que eu poderia salvar daquele jogado ali. O monitor era inútil, mas o gabinete parece ter sofrido quase nenhum dano. Coloquei-o no porta-malas e partimos.


Uma semana tinha passado e eu tinha esquecido completamente o gabinete até que um dia minha namorada me chama e pergunta se eu ainda quero aquilo que estava no porta-malas. Naquela noite, eu trouxe o gabinete para casa e, antes de levar, decidi ligá-lo ao meu monitor para ver se ele ainda funcionava mesmo, e para minha surpresa ele funcionou.


Abriu um Windows XP SO e parecia que tinha sido limpo. Acho que por curiosidade mórbida, realmente, eu decidi fazer buscas por palavras como "porn" "tits" "pussy" (Sou um tarado).

Na busca não surgiu nada. Pesquisados para arquivos de imagem, nada.


Então eu procurei por filmes e um arquivo apareceu. Era um avi. Dentro de uma pasta chamada "Barbie" oculto no diretório WINDOWS/System32. Então eu o abri...

Agora, esta é a parte onde tudo ficou muito perturbador.


O filme tinha mais ou menos uma hora de duração de algo como um arquivo de filme cru. A filmagem era de uma mulher sentada em uma cadeira conversando. Decidi assistir o vídeo pra ver do que se tratava, mas o que ela estava falando era inaudível e depois de 15 segundos de vídeo o áudio começa a ficar somente em estática. Estou intrigado agora... eu estou realmente começando a prestar atenção ao seu rosto e linguagem corporal. Parece que ela está sendo colocada para responder algumas questões, porque às vezes ela pára para ouvir, e depois continua falando. Depois de certo tempo de filmagem, o rosto começa a ficar vermelho e contorcer, como se as perguntas estivessem incomodando ... Mas ela continua a respondê-las de qualquer maneira. Pouco depois ela começa a chorar. Ela soluça histericamente para a duração do filme. Uma das poucas palavras que eu podia entender por leitura labial foi ''skin'' (pele). Ela repete a palavra várias vezes durante as filmagens e em um ponto ela ainda puxa a pele do seu braço e bocas. Ela parece estar infeliz com sua pele." 

Esse é um dos vídeos que estavam no pc: